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Universidade Federal do Ceará (2007)

HIDROLOGIA DE UMA BACIA EXPERIMENTAL EM CAATINGA CONSERVADA NO SEMI-ÁRIDO BRASILEIRO

Costa, Alexandre Cunha

Titre : HIDROLOGIA DE UMA BACIA EXPERIMENTAL EM CAATINGA CONSERVADA NO SEMI-ÁRIDO BRASILEIRO

Hydrology of an experimental basin in caatinga conserved in the brazilian semiarid

Auteur : Costa, Alexandre Cunha

Université de soutenance : Universidade Federal do Ceará Brazil

Grade : Mestre em Engenharia Civil. 2007

Résumé
O objetivo geral foi quantificar e avaliar os principais processos hidrol ?gicos, incluindo a produ ??o de sedimentos, da Bacia Experimental de Aiuaba (BEA) para o per ?odo de 2003-2007. A BEA, com ?rea de 12 km2, est ? localizada no sert ?o dos Inhamus em ?rea de conserva ??o ambiental do bioma caatinga na Esta ??o Ecol ?gica (ESEC) de Aiuaba, Cear ?, pertencente ? bacia do Alto Jaguaribe. Realizou-se caracteriza ??o da fisiografia, medi ??o de vari ?veis hidrol ?gicas, avalia ??o de processos chuva-defl ?vio na bacia hidrogr ?fica e no reservat ?rio que a controla. Conclui-se que : o processo de infiltra ??o do a ?ude da BEA (capacidade de 59.700 m3) ? relevante e da mesma ordem de grandeza da evapora ??o ; a recarga subterr ?nea direta ao lago ? desprez ?vel em rela ??o ? evapora ??o e ? infiltra ??o ; durante os eventos chuva-defl ?vio a evapora ??o, a infiltra ??o e a recarga subterr ?nea s ?o desprez ?veis em rela ??o ao defl ?vio afluente e ? precipita ??o direta sobre o lago. Conclui-se, dos eventos chuva-defl ?vio e produ ??o de sedimentos, que : o coeficiente de runoff (CR) dos eventos ? extremamente baixo, sendo as l ?minas d ??gua escoadas menores que as l ?minas interceptadas pela vegeta ??o ; o N ?mero de Curva (CN) m ?dio por evento foi 42, com m ?ximo de 59 e m ?nimo de 27 ; a produ ??o de sedimentos apresentou valores entre 9 e 291 kg/km2 para eventos de 2006-2007, e m ?dia de 97 kg/km2 por evento ; o escoamento superficial ? ef ?mero : o tempo de defl ?vio foi somente 64% maior que o tempo da precipita ??o por evento ; as perdas elevadas no escoamento superficial ocorrem, em parte, por perdas em tr ?nsito no riacho principal ; a l ?mina escoada na bacia do riacho secund ?rio foi oito vezes maior que na bacia do riacho principal em 2007. Inferiu-se que o mecanismo de gera ??o de defl ?vio superficial predominante ? o hortoniano e que, se relevante, a contribui ??o do escoamento subsuperficial deve ocorrer a uma profundidade menor que 15 cm. O CR m ?dio anual da BEA foi 6,54% (m ?ximo de 31,08% e m ?nimo de 0,13%). No ano de 2004 a l ?mina escoada na BEA foi 35 vezes maior que a soma das l ?minas escoadas nos demais anos. Dos 1543 dias monitorados, em apenas 139 dias ocorreu escoamento (9%), sendo 28 dias de escoamento nos anos n ?o-chuvosos (1,8%). A produ ??o de sedimentos em 2007 foi cinco vezes maior que em 2006, e para o bi ?nio 2006-07 o m ?s de maior escoamento (abril de 2007) foi respons ?vel por 71% da produ ??o de sedimentos. Comparando-se o CR anual da BEA com outras bacias no rio Jaguaribe, a BEA foi uma das que apresentou menor coeficiente de runoff. Formulou-se a hip ?tese de a BEA ser uma ?rea de recarga de aq ??fero fraturado, que condiciona processos hidrol ?gicos superficiais.

Présentation

Version intégrale

Page publiée le 30 mars 2010, mise à jour le 12 mars 2019