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Universidade Federal de Sergipe (2013)

Moringa oleifera Lam. : aspectos morfométricos, fisiológicos e cultivo em gradiente de espaçamento

Vasconcelos, Michelle Conceição

Titre : Moringa oleifera Lam. : aspectos morfométricos, fisiológicos e cultivo em gradiente de espaçamento

Auteur : Vasconcelos, Michelle Conceição

Université de soutenance : Universidade Federal de Sergipe

Grade : Mestrado em Agroecossistemas 2013

Résumé
Moringa oleifera Lam. (moringa) é uma espécie de fácil adaptação ao semiárido brasileiro, contudo o seu cultivo é rudimentar. Faltam informações sobre a qualidade física e fisiológica das sementes, avaliação de mudas sob condições de restrição hídrica e o desenvolvimento de plantios em diferentes espaçamentos. Assim, o presente trabalho teve por objetivo a caracterização da morfologia interna e identificação de fungos das sementes, a avaliação fisiológica de mudas submetidas à restrição hídrica e a avaliação do desenvolvimento inicial de plantas de moringa sob gradiente de espaçamento. A morfologia interna das sementes foi observada empregando o teste de raios X com intensidade de 22 kV por 14,8 s no Laboratório de Análise de Sementes da Universidade Federal de Lavras (UFLA), utilizando 200 sementes de dois diferentes genótipos. A identificação e quantificação de fungos foram realizadas por meio do blotter test no Laboratório de Patologia de Sementes da UFLA, utilizando 200 sementes de dois diferentes genótipos. As mudas, provenientes de sementes de um genótipo, foram avaliadas sob restrição hídrica a 40, 60, 80 e 100% da capacidade de campo durante 21 dias para os parâmetros ecofisiológicos e biométricos. O gradiente de espaçamento em plantio foi instalado no Campus Experimental da Universidade Federal de Sergipe empregando o delineamento sistemático, com 10 diferentes densidades, e as plantas foram oriundas de sementes de quatro genótipos. As sementes com relação à sua morfologia interna foram divididas em três classes : (a) cheias e bem formadas, (b) com espaço e mal formadas e (c) manchadas ou com dano. No teste de sanidade foram observados os seguintes fungos : Aspergillus niger, Aspergillus flavus, Alternaria sp., Fusarium sp., Penicillium sp. e Phomopsis sp. As mudas de moringa são mais sensíveis à restrição déficit hídrica sob 40% da capacidade de campo com relação aos parâmetros de trocas gasosas. As plantas sob gradiente de espaçamento apresentaram melhor desenvolvimento em unidade de área igual ou superior à 9,5 m2 planta-1. Conclui-se que plantios de moringa podem ser implantados com densidade igual ou inferior a 1.000 plantas por hectares e com irrigação entre 100% e 60% da capacidade de campo.

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Page publiée le 23 avril 2019